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Voce sabe o que é Gripe Suína? Saiba quais os sintomas e como se prevenir

                              

 

O que é a Gripe Suína?

A gripe suína é uma doença causada pelo vírus H1N1, um subtipo de vírus Influenza, que é uma combinação dos genes de vírus suíno, aviário e humano.

Esta gripe está causando uma grande preocupação mundial, pois a epidemia está se alastrando em diversos países do mundo, inclusive no Brasil.

Como ocorre a contaminação?

Os porcos podem ser infectados por gripes humanas ou aviárias, formando um novo tipo de vírus mutante. Este vírus pode ser transmitido para os homens e estes passarem de humanos para humanos.

Sua contaminação pode atingir os humanos através do contato com porcos contaminados ou objetos contaminados pelos porcos infecados que entraram em contato com os homens.

Não há contaminação através do consumo de carnes suínas, quando devidamente cozidas em temperaturas superiores a 70 graus Celsius, o vírus é totalmente destruído.

A capacidade de transmissão de homem para homem é mais difícil do que a gripe comum, mas pode ocorrer pela tosse ou pelo espirro de pessoas contaminadas.

A preocupação maior está no México, em que todos os casos constatados precedem de contágio humano. A gripe é forte é pode levar à morte.

Alguns cuidados devem ser tomados para evitar o contágio:

  • Cubra o nariz e a boca com um lenço quando for tossir ou espirrar. Jogue este lenço no lixo após o uso;
  • Lave sempre as mãos com água e sabão, principalmente quando tossir ou espirrar;
  • Caso esteja com suspeita de gripe, evite o contato direto com outras pessoas.

Quais são os sintomas da Gripe Suína?

Os sintomas da gripe suína são parecidos com os da gripe comum com febre, cansaço, dores no corpo e tosse. Algumas pessoas podem apresentar coriza, garganta seca, vômito e diarréia.

Como saber se tenho a gripe suína?

Para o correto diagnóstico, é preciso fazer uma análise respiratória do vírus nos primeiros 5 dias da doença em um laboratório.

Existe medicamentos e vacinas para a cura da gripe suína?

Algumas  drogas como zanamivir e oseltamivir mostraram alguma eficiência para o tratamento da gripe suína, pois elas diminuem a agressividade do quadro infeccioso do H1N1 suíno.

Com relaçào a vacinas, até o momento não existe nenhum tipo de vacina para este tipo de vírus em humanos. As vacinas comuns contra gripoe não combatem o vírus H1N1.

O que é a Gripe Suína?

A gripe suína é uma doença causada pelo vírus H1N1, um subtipo de vírus Influenza, que é uma combinação dos genes de vírus suíno, aviário e humano.

Esta gripe está causando uma grande preocupação mundial, pois a epidemia está se alastrando em diversos países do mundo, inclusive no Brasil.

Como ocorre a contaminação?

Os porcos podem ser infectados por gripes humanas ou aviárias, formando um novo tipo de vírus mutante. Este vírus pode ser transmitido para os homens e estes passarem de humanos para humanos.

Sua contaminação pode atingir os humanos através do contato com porcos contaminados ou objetos contaminados pelos porcos infecados que entraram em contato com os homens.

Não há contaminação através do consumo de carnes suínas, quando devidamente cozidas em temperaturas superiores a 70 graus Celsius, o vírus é totalmente destruído.

A capacidade de transmissão de homem para homem é mais difícil do que a gripe comum, mas pode ocorrer pela tosse ou pelo espirro de pessoas contaminadas.

 

A preocupação maior está no México, em que todos os casos constatados precedem de contágio humano. A gripe é forte é pode levar à morte.

Alguns cuidados devem ser tomados para evitar o contágio:

  • Cubra o nariz e a boca com um lenço quando for tossir ou espirrar. Jogue este lenço no lixo após o uso;
  • Lave sempre as mãos com água e sabão, principalmente quando tossir ou espirrar;
  • Caso esteja com suspeita de gripe, evite o contato direto com outras pessoas.

Quais são os sintomas da Gripe Suína?

Os sintomas da gripe suína são parecidos com os da gripe comum com febre, cansaço, dores no corpo e tosse. Algumas pessoas podem apresentar coriza, garganta seca, vômito e diarréia.

Como saber se tenho a gripe suína?

Para o correto diagnóstico, é preciso fazer uma análise respiratória do vírus nos primeiros 5 dias da doença em um laboratório.

Existe medicamentos e vacinas para a cura da gripe suína?

Algumas  drogas como zanamivir e oseltamivir mostraram alguma eficiência para o tratamento da gripe suína, pois elas diminuem a agressividade do quadro infeccioso do H1N1 suíno.

Com relaçào a vacinas, até o momento não existe nenhum tipo de vacina para este tipo de vírus em humanos. As vacinas comuns contra gripoe não combatem o vírus H1N1.

O que fazer para evitar o contágio?

O CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA) fez algumas recomendações para evitar a doença.

– Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Jogue no lixo o lenço após o uso.

– Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.

– Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.

– Evite contato próximo com pessoas doentes.

– Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outros, para evitar infectá-los.

Quais são os sintomas da gripe suína?
Os sintomas são normalmente similares aos da gripe comum e incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia.

Como se faz o diagnóstico de gripe suína?

Para identificar uma infecção por um vírus influenza do tipo A, é preciso analisar amostras respiratórias do paciente durante os primeiros 4 ou 5 dias da doença — quando uma pessoa infectada tem mais chance de estar espalhando o vírus. Entretanto, algumas pessoas, especialmente crianças, podem manter o vírus presente por dez dias ou mais. A identificação do vírus é então feita em teste de laboratório.

Há medicamentos disponíveis para tratar infecções de gripe suína em humanos?

As drogas zanamivir e oseltamivir (nome comercial Tamiflu) já mostraram eficácia ao tratar ou ajudar na prevenção de infecção com vírus da gripe suína. Impressões iniciais dão conta de que essas drogas diminuem a agressividade do quadro infeccioso para a versão atual do H1N1 suíno.

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Leite e Derivados

1-  Conceituação

O leite é o produto de secreção  das glândulas mamárias.

Leites utilizados na alimentação humana: leite de vaca e de cabra.

2- Valor nutricional varia com a raça e a alimentação do animal.

Composição do leite de vaca, por 100 ml :

PROTEÍNAS 3 a 4 g
Caseína 2,87 g
Albumina 0,56 g
LIPÍDIOS 3 a 6 g
CARBOIDRATOS 4,6 a 5 g
MINERAIS 0,7 a 0,75 g
VITAMINAS
A 97 a 785 UI
C 0,5 a 6,6mg
B1 0,10 a 2,5 mg
B2 0,65  a 10 mg
Niacina 0,05 a 0,5 mg

O teor de vitamina D varia com a exposição do animal à luz solar. O leite é pobre em vitamina D e Ferro.O cálcio, na forma de lactato de cálcio, é abundante no leite e constitui uma das fontes mais assimiláveis de cálcio pelo organismo humano. É boa fonte de vitaminas B e A .

4- Características físicas

É um alimento líquido (86 % de água) constituído por lactose e minerais, proteínas em forma coloidal (caseína dispersa, albumina e globulinas em solução), gorduras em emulsão, vitaminas e gases.

É ligeiramente ácido, com pH entre 6,5 e 6,7.

5- Efeitos da cocção (fervura)

No leite fluido, a mudança do sabor do leite in natura é conseqüência da pasteurização e da fervura.

O ranço e a oxidação do leite natural também podem provocar alterações de paladar. O sabor do leite se modifica pela fervura, pois a globulina e o lactato de albumina coagulados, aderem ao fundo da panela, podendo queimar-se; a lactose pode caramelizar-se pelo calor excessivo; os gases se perdem e, pela evaporação da água, outros elementos se concentram. Enzimas que podem alterar o sabor do leite ,como as lipases, são destruídas pela fervura.

Pelo aquecimento, forma-se na superfície do leite uma película constituída por albumina e globulina coaguladas, que englobam sais de cálcio, gorduras e uma pequena fração de caseína. Iniciada a fervura, dilatam-se os gases dissolvidos no leite e formam espuma cuja pressão pode levantar a película superficial, entornando o leite.

O método de esterilização caseira é a fervura  por 3 minutos, o que altera o teor de vitamina C.

6. Derivados do leite mais utilizados em preparações culinárias

6.1 – Creme de leite


A gordura do leite está em forma de emulsão de glóbulos bem pequenos; cada glóbulo está envolvido por uma película protéica. Em repouso, os glóbulos de gordura sobem à superfície  constituindo uma camada de nata, a qual é retirada, constituindo o creme de elite. O conteúdo de gordura é variável, d 10 a 40%. Possui 90 a 98 mg de Cálcio, além de glicídios e proteínas em pequenas proporções. O creme de leite batido (chantilly) consiste na incorporação de ar ao creme. O acréscimo de açúcar dificulta o batimento do creme. O creme homogeneizado não é próprio para fazer o creme batido pois não retém o ar.É empregado como elemento gorduroso em  várias preparações, como sopas,molhos, carnes, peixes,frutas e sobremesas.

6.2-Manteiga


É obtida pelo batimento contínuo do  creme deleite, reunindo os glóbulos de gordura, separando-o de parte do soro e retendo o soro restante em uma rede. Enquanto o creme de leite é uma emulsão de gordura no soro, a manteiga é uma emulsão do soro na gordura, é muito utilizada em preparações  culinárias, decompões-se com facilidade em temperatura elevada, sendo inadequada para frituras pois produz acroleína,produto da decomposição da glicerina, que é prejudicial ao sistema digestório. Seu teor de ácidos graxos saturados é elevado devendo ser consumido com moderação para prevenir a hipercolesterolemia.

6.3 – Queijos


São produtos da industrialização do coalho do leite. É pobre em carboidratos pois quando o leite se coagula lactose permanece no soro. O queijo tem sua concentração protéica de 6 a 10 vezes maior que o leite, e de cálcio de 4 a 8 vezes maior. Sua digestão é facilitada pela presença de lactobacilos que desdobram suas proteínas durante o processo de maturação. Os queijos são produzidos a partir do leite pasteurizado, por um processo de coagulação provocado por ácidos ou enzimas, geralmente a renina, extraídas do estômago de animais. A culinária do queijo pode consistir em simplesmente em se derreter o queijo, ou combiná-lo com outros ingredientes e submetê-lo à cocção. Em ambos os casos, é necessário que se derreta o queijo sem que haja separação excessiva da gordura e a formação de fios. Temperaturas baixas e períodos curtos de cocção são os mais indicados.O calor excessivo de fogo direto resulta em separação da gordura, formando fios e o endurecimento do queijo derretido. Quando em molhos, o queijo pode talhar, formando fios e entrelaçamentos. Tipos de queijos: camembert, fundido, gorgonzola, minas frescal, requeijão, ricota, roquefort, reino, emental, preto, parmesão, mussarela, provolone

7-Utilização do leite em preparações culinárias
–    Como meio de cocção: mingaus, sopas

–        Com ovos (coagulação): flans, pudins

–        Como ingrediente: bolos, sorvetes

Insuficiência Renal Agúda (IRA)

A insuficiência renal aguda (IRA) pode ser definida como perda da função renal, de maneira súbita, independentemente da etiologia ou mecanismos, provocando acúmulo de substâncias nitrogenadas (uréia e creatinina), acompanhada ou não da diminuição da diurese (COSTA et al., 2003).

Etiologia

As causas de insuficiência aguda podem ser de origem renal, pré-renal ou pós-renal. A IRA pré-renal é rapidamente reversível, se corrigida a causa, e resulta principalmente de uma redução na perfusão renal, causada por uma série de eventos que culminam sobretudo com a redução do volume circulante efetivo e portanto do fluxo sangüíneo renal. As causas mais freqüentes são desidratação (vômito, diarréia, febre), uso de diuréticos e insuficiência cardíaca (SHOR et al., 2000).

A IRA, causada por fatores intrínsecos ao rim, é classificada de acordo com o principal local afetado: túbulos, interstício, vasos ou glomérulo. A causa mais comum de dano tubular é de origem isquêmica ou tóxica. Entretanto, a necrose tubular isquêmica pode ter origem pré-renal como uma conseqüência da redução do fluxo, especialmente se houver comprometimento suficiente para provocar a morte das células tubulares. Assim, o aparecimento de necrose cortical irreversível pode ocorrer na vigência de isquemia severa, particularmente se o processo fisiopatológico incluir coagulação microvascular, como por exemplo, nas complicações obstétricas, acidentes ofídicos e na síndrome hemolítica e urêmica (SHOR et al., 2000).

As nefrotoxinas representam, depois da isquemia, a causa mais freqüente de IRA. Os antibióticos aminoglicosídeos, os contrastes urográficos e os quimioterápicos, como, por exemplo, a cisplatina, estão entre as drogas que podem causar dano tubular diretamente, embora também tenham participação participação substancial nas alterações da hemodinâmica glomerular. Por outro lado, drogas imunossupressoras como a ciclosporina e o FK 506, os inibidores da enzima de conversão da angiotensina e as drogas antiinflamatórias não-esteróides podem causar IRA por induzir preponderantemente modificações hemodinâmicas (SHOR et al., 2000).

A IRA em razão da nefrite intersticial é mais freqüentemente causada por reações alérgicas a drogas. As causas menos freqüentes incluem doenças auto-imunes (lúpus eritematoso) e agentes infecciosos (sepse, Hanta vírus). Apesar da predominância de um mecanismo fisiopatológico, a insuficiência renal aguda por drogas nefrotóxicas é freqüentemente causada por associação de um ou mais mecanismos, conforme sumarizado na tabela 1. Mais ainda, a associação de isquemia e nefrotoxinas é comumente observada na prática médica como causa de IRA, especialmente em pacientes mais graves (SHOR et al., 2000).

TRATAMENTO

O tratamento do paciente com insuficiência renal aguda (IRA), com uma inaceitável taxa de mortalidade, permanece um desafio para o nefrologista. A desnutriçäo protéico calórica encontrada nesses pacientes constitui um dos principais fatores dessa evoluçäo desfavorável. O hipercatabolismo associado a inadequado aporte nutricional contribui para a elevada prevalência de desnutriçäo na IRA. Assim, o principal determinante do requerimento nutricional nesses pacientes é o grau de catabolismo e näo a disfunçäo renal per se. Considerar o impacto do tratamento dialítico e o catabolismo nesses pacientes constituem aspectos fundamentais para um adequado suporte nutricional dessa população (Monte et al., 2002).

Tratamento Clínico  (grave)

Diálise

Reposição eletrolítica

Tratamento Nutricional

Administração parenteral de glicose, lipídios, aminoácidos

Alta ingestão de carboidratos e gordura ( para poupar proteínas)

Dieta hipercalórica e hipoproteica

Restrição de sódio

Controle hídrico segundo a diurese

BIBLIOGRAFIA:

José Abrão Cardeal da Costa ; Osvaldo Merege Vieira-Neto & Miguel Moysés Neto.  Isuficiência Renal Agúda. Medicina, Ribeirão Preto, 36: 307-324, abr./dez. 2003.

Monte, Júlio César M; Duräo Junior, Marcelino de S; SANTOS, Oscar Fernando P. dos.J. bras. nefrol;24(2):103-109, jun. 2002.

SCHOR, Nestor; SANTOS, Oscar Fernando Pavão dos;  BOIM, Mirian Aparecida

Técnicas de pesagem e medição de substâncias alimentares.

Quando buscamos que uma preparação culinária possa ser efetuada com sucesso, devemos dar importância a fatores como tipo de utensílio, temperatura e tempo de preparo, mas também a qualidade e quantidade dos ingredientes (PHILIPPI, 2003).

Para obter medidas mais exatas é necessário instrumentos com capacidades padronizadas, pois dessa forma garante-se a reprodutibilidade da receita e auxilia o controle de qualidade, quantidade e custo. Entre estes instrumentos podemos citar: balanças, provetas, recipientes graduados, entre os de medidas caseiras são xícaras, colheres, copos, pires (PHILIPPI, 2003).

Pesagem e medição de alimentos secos:

Os alimentos secos não devem ser pressionados quando forem ser medidos, se estiverem encaroçados é recomendável que se desmanchem os grumos. Auxiliado por uma colher o alimento deve ser colocado no utensílio de medida sem ser comprimido, também se deve nivelá-lo com o auxílio de uma espátula ou com o lado cego da faca (PHILIPPI, 2003).

Pesagem e medição de alimentos líquidos:

O recipiente deve ser preenchido aos poucos, com o auxílio de um funil, até atingir a quantidade indicada pela receita. A leitura do recipiente deve ser feita em superfície plana, com os olhos no nível do menisco (PHILIPPI, 2003).

Pesagem e medição de alimentos pastosos ou gordurosos:

Devem ser pesados em temperatura ambiente e colocados em um recipiente padronizado com o auxílio de uma colher, pressionando-o para evitar formação de bolha de ar e nivela-se com uma espátula ou lado cego da faca (PHILIPPI, 2003).

Carnes bovinas e suínas

Todos os cortes de carne podem render excelentes e saborosos pratos se preparados corretamente. A forma de preparo mais adequada para cada corte de carne dependerá dos seguintes fatores:

· 1. a maciez natural do corte: a maciez depende do corte em si (ou seja, de sua

localização na carcaça), da quantidade de tecido conjuntivo, da idade do animal e da forma de processamento da carne (a carne maturada geralmente é mais macia);

· 2. a quantidade e o tipo de tecido conjuntivo: cortes com maior teor de tecido

conjuntivo são mais rijos, portanto devem ser preparados com métodos de calor úmido, que solubilizam esse tecido e amaciam a carne;

· 3.a marmorização ou marmoreio: é a quantidade de gordura entremeada nas fibras da carne. Cortes magros cozinham mais rapidamente que cortes com maior teor de gordura entremeada. Se cozidos por longo tempo, cortes magros perdem o suco, passam do ponto e ficam mais duros;

· 4. o tamanho do corte .

Basicamente, existem dois modos de cozimento de carne: por calor seco e por calor úmido. Os métodos por calor seco não usam água, porém podem empregar óleo ou gordura em pequenas quantidades. Cortes mais macios e com menos tecido conjuntivo devem ser preparados de preferência em calor seco (na grelha, no forno ou fritos em pouco óleo). Formas de preparo por calor úmido (que empregam água ou óleos) realçam o sabor das carnes. Cortes menos macios, que têm maior teor de tecido conjuntivo (particularmente cortes do dianteiro), devem ser preparados em calor úmido (cozidos, em panela de pressão ou fritos imersos em óleos ou gorduras) até que as fibras se amaciem.

A temperatura de cozimento é um dos aspectos mais importantes da preparação da carne. Pesquisas científicas mostram que, quanto maior a temperatura de cozimento, maiores são as perdas por desidratação, o que deixa a carne menos suculenta e menos macia. Portanto as temperaturas de baixa a moderada são as mais adequadas para o cozimento da carne (entre 140ºC e 170ºC). Porém, para assar cortes magros, a temperatura deve ser mais alta (200ºC).

Fritar é um método de preparo por calor úmido. Significa cozinhar a carne em óleo ou gordura quente, geralmente em uma frigideira.

Prefira frigideiras de fundo grosso, de alumínio ou de ferro fundido. Evite virar muito a carne na panela e, se usar um garfo para virar os bifes, procure espetar apenas o cantinho para evitar que a carne perca o suco.

Podem-se fritar cortes como bifes finos, hambúrguer de carne moída ou bifes de filé mignon, de coxão mole, de patinho, de fraldinha e de contra-filé.

A importância das fibras

As fibras solúveis retardam o esvaziamento gástrico e a velocidade do trânsito intestinal, enquantam as fibras insolúveis paracem acelerar o trânsito intestinal (FRANCO, 2007).

As fibras dietéticas têm a propriedade de aumentar a gordura fecal, sendo que as fibras hidrossolúveis, como a pectina e a goma guar, parecem reduzir a colesterolemia. Esse efeito parece advir da capacidade de algumas fibras de absorver ácidos biliares, reduzindo a absorção do colesterol endógeno para oprocesso de síntese dos ácidos biliares (FRANCO, 2007).

As fibras atuam  reduzindo a taxa glicêmica em diabético insulino-dependentes ou tratados com sulfoniluréias, tendo o tipo de fibras influência no metabolismo glicídico, pois o farelo de trigo reduz mais a glicemia qua a lignina (FRANCO, 2007).

As fibras dietéticas proporcionam benefícios aos pacientes que necessitam evitar o esforço no sanitário e pacientes com afeccção intestinal espasmódica e cólon irritável .A dieta de fibras atua como laxativo devido a união de água e íons no lúmen colônico e, dessa forma, ocorre amolecimento das fezes e incremento de seu volume (FRANCO, 2007).

BIBLIOGRAFIA

FRANCO, Guilherme. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, São Paulo: Atheneu, 2007.

Diabetes Melittus

 

O diabetes melittus é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia, resultantes de defeito na secreção e/ou ação da insulina (SCOTT-STUMP, 2007).

 

A hiperglicemia do diabetes está associada, a longo prazo, à ocorrência de lesão, disfunção e insuficiência em diversos órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, coração e vasos sangüíneos. Divide-se o diabetes melito em tipos distintos – tipo 1, tipo 2, diabetes melito gestacional, entre outros. O do tipo 2, o qual representa 90% dos casos da doença, é especialmente afetado tanto por fatores genéticos, como ambientais (SCOTT-STUMP, 2007).

 

Diabetes melittus Tipo 1

O diabetes melittus (DM) tipo 1 é a deficiência absoluta de insulina com incapacidade total de produzir esse hormônio. Resultante de um defeito das células beta pancreáticas (ilhotas de Langerhans), DM tipo 1 pode estar relacionado ao córtex adrenal, tiróide, hipófise anterior ou a outros órgãos. Normalmente, a forma imunomediada tem início em crianças ou jovens adultos, mas pode surgir em qualquer idade. O tipo 1 idiopático é uma forma rara, sem causa conhecida. A extensão da lesão às células beta difere entre pacientes diagnosticados com diabetes tipo 1 antes e depois da puberdade. O processo é mais lesivo em crianças com menos de 7 anos de idade, pois o funcionamento das células beta restante não é afetado pela presença ou ausência de anticorpos ligados às células das ilhotas. O DM tipo 1 é responsável por cerca de 10% de todos os casos de DM (SHILLS, 2006).

 

Diabetes melittus tipo 2

Diabetes melittus tipo 2 é causado pela resistência à insulina, em que ocorre falha em seu uso apropriado, combinando-se com uma deficiência relativa de insulina. Normalmente os indivíduos apresentam excesso de peso e são sedentários, com histórico familiar de diabetes. Os fatores de risco são genética, obesidade e idade (PORTH, 2004).

O comprometimento do metabolismo da glicose é um fator de risco para ocorrência futura de diabetes e de cardiopatia coronariana. (SCOTT-STUMP, 2007).

 

Diabetes melittus tipo 2  não diagnosticado é comum em idosos com hipertensão. As probabilidades de ocorrência da síndrome de resistência à insulina (hiperlipidemia, hiperinsulinemia e dislipidemia) por volta da meia-idade, estão relacionadas ao ganho de peso ao longo dos 30 anos precedentes. A obesidade na parte superior do corpo (andróide) está mais intensamente associada ao diabetes tipo 2 do que a obesidade na parte inferior (ginóide). Parece ser fatores de alto risco para diabetes melito tipo 2: níveis moderadamente elevados de pressão arterial, colesterol total, HbA1c e IMC elevado (SCOTT-STUMP, 2007).

Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC)

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS:

Resulta em redução da eficiência de bombeamento do coração nas duas câmaras inferiores, com menor circulação de sangue até os tecidos do corpo, congestão nos pulmões ou na circulação corpórea, inchaço dos tornozelos, dores abdominais, ascite, congestão hepática, distensão das veias jugulares e dificuldade respiratória. A insuficiência cardíaca congestiva é o diagnóstico mais comum em pacientes hospitalizados. Pode ser causada por cardiopatia coronariana, ataque cardíaco prévio, histórico de cardiomiopatia, doença pulmonar obstrutiva crônica, anemia grave, consumo excessivo de álcool, baixo nível de funcionamento tireoidiano. Sexo masculino, baixa escolaridade, inatividade física, tabagismo, excesso de peso, diabetes, hipertensão, valvulopatia cardíaca e cardiopatia coronariana são, todos, fatores de risco independente para ICC.

EXAMES LABORATORIAS

ü      Radiografia torácica

ü      Sódio, cloreto

ü      Aspartato amino-transferase, alanina amino-trasnferase

ü      BNP

ü      Ecocardiograma

ü      Eletrocardiograma

ü      Cateterização cardíaca

ü      Oximetria

ü      Pressão parcial do dióxido de carbono, pressão parcial do oxigênio

ü      Densidade específica (aumentada)

ü      Colesterol

ü      Triglicérides

ü      Homocisteína

ü      Vitamina B12 sérica

ü      Potássio

ü      Glicose

ü      Hemoglobina e hematócrito, ferro sérico

ü      Magnésio, cálcio

ü      Zinco sérico

ü      Fosfatase alcalina

ü      Albumina, pré-albumina

ü      Nitrogênio da uréia sangüínea, creatinina

ü      Ácido láctico desidrogenase (aumentado)

ü      Balanço nitrogenado

ü      Ácido úrico

TRATAMENTO / MEDICAMENTOS/ INTERAÇÃO FÁRMACO-NUTRIENTE:

– Os diuréticos tiazídicos e os digitálicos promovem depleção de potássio;

– Anticoagulantes muitas vezes são utilizados em pacientes

acamados.

– Inibidores da enzima conversora de angiontesina. Monitorar para que não ocorra hipercalemia, náusea, vômito, tontura e dores abdominais. Diminuem a retenção de sódio e água.

– Vasodilatadores arteriais. Podem causar náusea e vômito.

– Suco de pomelo diminui o metabolismo farmacológico no intestino e pode afetar medicamentos até 24 horas após serem consumidos.

FINALIDADES DA DIETA:

ü      Promover repouso, para reduzir as demandas do coração. Restaurar a estabilidade hemodinâmica e prevenir o choque cardiogênico ou a tromboembolia.

ü      Eliminar ou reduzir o edema.

ü      Evitar distensão e elevação do diafragma, o que reduz a capacidade vital.

ü      Obter um peso corporal ideal para diminuir  as necessidades de O2 e as demandas dos tecidos por nutrientes. Repor a massa magra (LBM), se houver necessidade.

ü      Limitar os estimulantes cardíacos.

ü      Prevenir a caquexia cardíaca, hipotensão arterial, apatia, pulso fraco decorrente de diuréticos depletores de potássio, anorexia, náusea, vômito e sepse.

ü      Corrigir qualquer déficit de nutrientes.

Prevenir a formação de úlceras de decúbito decorrentes de atividade e da má circulação.

CARACTERÍSTICAS DA DIETA

ü      Iniciar a alimentação com a dieta líquida

ü      Dieta hipossódica (no máximo 2 g. de sódio).

ü       Teores adequados de potássio, magnésio e cálcio.

ü      Aumentar vitamina E, ácido fólico, riboflavina, vitaminas B6 e B12.

Fracionamento de 5-6 pequenas refeições diárias, com não mais de 3 litros de líquidos/dia.

ALIMENTOS PERMITIDOS:

ü      Se aprovado pelo médico o vinho tinto pode ser recomendado.

ü      Nozes, amêndoas, macadâmia, nozes-pecãs, castanhas e pistache.

ü      Apenas 4-5 gemas de ovo semanalmente.

Temperos naturais.

ALIMENTOS EVITADOS:

ü      Temperos industrializados.

ü      Produtos feito com leite integral.

ü      Carne vermelha, gordura aparente de carne e aves, alimentos industrializados assados, defumados, carnes curadas e molhos industrializados, refeições congeladas.

ü      Alimentos fontes de vitamina K não deve ser usado mais que uma vez por dia.

ü      Angélica, fenogrego, aniz, alho em excesso, gengibre, ginkgo e ginseng.

Álcool, sal, bicarbonato de sódio, fermento em pó, glutamato monossódico.

EVOLUÇÃO DA DIETA:

Com a progressão do tratamento deverá incluir alimentos brandos e de fácil digestão.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

SCOTT-STUMP,S. Nutrição relacionado ao diagnóstico e tratamento. 5ª edução. Barueri, SP: Manole, 2007.

Infarto Agudo do Miocárdio

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS:

O infarto agudo do miocárdio consiste da necrose do músculo cardíaco, por uma situação prolongada de suprimento sagüíneo inadequado ou de deficiência de O2 . Oclusão coronariana é o fechamento, por depósitos de gordura ou por coágulo sangüíneo, de uma artéria coronária que irriga o miocárdio. Comumente chamada de ataque cardíaco, a oclusão coronariana se manifesta com uma intensa dor de compressão, náusea, vômito e debilidade. O repouso não alivia os sintomas. Os estágios são: crítico (as primeiras 48  horas), , agudo (3-14 dias) e de convalescença (15-90 dias).

EXAMES LABORATORIAS:

ü      Ecocardiograma

ü      Eletrocardiograma

ü      Imageamento por radionuclídeo

ü      Aspartato aminotransferase

ü      Cobre sérico (aumentado)

ü      Ácido láctico desidrogenase (aumentado)

ü      Taxa de sedimentação

ü      Leucometria (aumentada)

ü      Sódio

ü      Potássio

ü      Pressão parcial do dióxido de carbono, pressão parcial do oxigênio

ü      Pró-tempo

ü      Creatinina fosfocinase (aumentada)

ü      Colesterol total e frações

ü      Triglicérides (frequentemente aumentado)

ü      Hemograma completo

ü      Nitrogênio da uréia sanguínea

ü      Magnésio

ü      Homocisteína

ü      Folato sérico

ü      Vitamina B12

Hemoglobina e hematócrito, ferro sérico.

TRATAMENTO / MEDICAMENTOS/ INTERAÇÃO DROGA – NUTRIENTE:

– Nitratos, beta-bloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio são comumente utilizados.

– Morfina para alívio da dor.

– Varfarina ou heparina.

– Aspirina (pode diminuir a ferritina sérica)

– Mexitil e Rythmol (podem ocorrer náuseas, vômito ou constipação).

FINALIDADES DA DIETA:

ü      Promover repouso, para reduzir o esforço cardíaco. Evitar distensão causada por refeições pesadas.

ü      Prevenir arritimias, fornecendo alimentos à temperatura corporal.

ü      Evitar tanto a constipação como a flatulência.

ü      Evitar estímulo cardíaco excessivo com o uso de cafeína.

Reduzir níveis elevados de lipídeos, manter o colesterol

ü      abaixo de 200 mg/dL, triglicerídeos abaixo de 200 mg/dL, HDL entre 40-60 mg/dL, e LDL entre 100-129 mg/dL.

ü      Diminuir a energia necessária para mastigação, preparo de refeições, etc.

ü      Iniciar a cicatrização e promover a convalescença.

ü      Diminuir o peso em excesso para reduzir a carga imposta ao coração. Identificar fatores de risco modificáveis e reduzi-los, quando possível.

CARACTERÍSTICA DA DIETA:

ü      Iniciar a alimentação com a dieta líquida

ü      Dieta hipossódica (no máximo 2 g. de sódio).

ü       Teores adequados de potássio, magnésio e cálcio.

ü      Aumentar vitamina E, ácido fólico, riboflavina, vitaminas B6 e B12.

Fracionamento de 5-6 pequenas refeições diárias, com não mais de 3 litros de líquidos/dia.

ALIMENTOS PERMITIDOS:

ü      Se aprovado pelo médico o vinho tinto pode ser recomendado.

ü      Nozes, amêndoas, macadâmia, nozes-pecãs, castanhas e pistache.

ü      Cebola, chá, maçã, suco de uva e pomelo.

ü      Vegetais, frutas e cereais em grãos.

ü      Apenas 4-5 gemas de ovo semanalmente.

ü      Temperos naturais.

Consumir mais peixe, o que pode reduzir o risco de morte cardíaca súbita em homens, caso esse alimento seja consumido semanalmente.

ALIMENTOS EVITADOS:

ü      Temperos industrializados.

ü      Produtos feito com leite integral.

ü      Carne vermelha, gordura aparente de carne e aves, alimentos industrializados assados, defumados, carnes curadas e molhos industrializados, refeições congeladas.

ü      Alimentos fontes de vitamina K não deve ser usado mais que uma vez por dia.

Álcool, sal, bicarbonato de sódio, fermento em pó, glutamato monossódico.

EVOLUÇÃO DA DIETA:

Com a progressão do tratamento deverá incluir alimentos brandos e de fácil digestão.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

SCOTT-STUMP,S. Nutrição relacionado ao diagnóstico e tratamento. 5ª edução. Barueri, SP: Manole, 2007.

Alimentação Saudável

O que é alimentação saudável?

É uma dieta composta de proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, cálcio, e outros minerais, como também rica em vitaminas. Para isto necessitamos de uma dieta variada, que tenha todos os tipos de alimentos, sem abusos e tambem sem exclusões.

Variar os tipos de cereais de carnes, de verduras, legumes e frutas, alternando as cores dos alimentos.

As vitaminas e minerais é que dão as diversas colorações.

Quais os alimentos que contém proteínas?

*carne;

*peixe;

*leite;

*ovos;

*feijão e trigo.

Quais os tipos de alimentos que contém carboidrato?

*peito de frango;

*batata doce;

*brocolis e espinafre;

*pães;

*mandioca;

*cereais(arroz, aveia, milho, pipoca)

*mel.

Quais os tipos de alimentos que contém fibras?

*frutas;

*vegetais;

*pão integral;

*nozes;

*legumes;

*cereais integrais e farelos.

Quais os tipos de alimento que contém calcio?

*espinafre;

*agrião;

*brócolis;

*leite e seus derivados;

*iogurte;

*couve-manteiga.

Quais os tipos de alimentos que contém minerais?

*leite;

*peixe;

*ervilha seca;

*feijão;

*castanhas.

PIRÂMIDE ALIMENTAR

piramide_alimentar