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Alimentação Saudável x Trabalho de Caminhoneiro

O trabalho dos caminhoneiros é um dos mais exigentes no que se diz respeito à necessidade de boas condições físicas e mentais, simultaneamente . Para isso, é importante manter uma boa alimentação.

Comer bem é sinônimo de saúde. Mas comer bem não significa comer muito, como acreditavam nossas avós. Uma alimentação saudável e equilibrada previne doenças e melhora a qualidade de vida. Com pequenos cuidados na sua rotina diária, é possível viver muito melhor.

O estilo de vida convencional dos caminhoneiros estimula o aparecimento de diversos problemas de saúde. Entre eles há uma grande proporção de pessoas com vida sedentária, alimentação inadequada, sobrepeso e hipertensão, agravada no caso dos fumantes. Com todos estes fatores, quem mais sofre é o coração, advindo as coronariopatias.

Os riscos de acidentes com motoristas de caminhão são 3,5 vezes maiores entre os que têm doenças degenerativas.

Horas ao volante para cumprir o prazo da entrega e viagens longas, essa é a rotina da maioria dos carreteiros que por causa da “falta de tempo” se alimentam de forma inadequada e ficam vulneráveis a ter problemas de saúde, como obesidade, hipertensão arterial e até mesmo infarto.

Fazer refeições fora de horários fixos agrava os problemas de obesidade e os distúrbios cardíacos. Esta vida desregrada que os caminhoneiros levam, acaba levando-os à obesidade, que traz como conseqüências problemas cardíacos e ortopédicos (lombalgias, dores nos joelhos, etc.). Muitos caminhoneiros trocam uma boa refeição por sanduíche com refrigerante.

Todo motorista sabe que para manter o bom desempenho de seu caminhão é necessário utilizar um combustível de boa qualidade. A mesma prática deveria ser aplicada quando fosse escolher os tipos de alimentos para ingerir durante as refeições. Afinal, da mesma forma que um caminhão sem um bom combustível tem as suas funções reduzidas, um corpo que não ingere alimentos saudáveis não funciona bem e fica mais vulnerável ao desenvolvimento de doenças como pressão alta, infarto, obesidade e colesterol alto.

Caminhoneiro bom não mistura álcool e direção

•         Amigo caminhoneiro, a combinação álcool e direção é o maior crime no trânsito do Brasil, quem bebe e dirige nunca estará seguro na direção;

•         O motorista que bebe e dirige não consegue se sair bem em qualquer situação inesperada no trânsito, fica sem reflexos e consegue acompanhar apenas uma coisa de cada vez;

•         Além dos riscos a vida, beber e dirigir é crime, o motorista que dirige embriagado pagará multa, será preso e terá sua carteira suspensa por um ano;

•         E lembre-se café forte, banho frio e “tomar ar” não protegem a vida de um motorista alcoolizado. Pelo seu bem não dirija embriagado.

10 Passos para a Alimentação Saudável dos Caminhoneiros

1.Coma sempre verduras e legumes de cores variadas: amarelo, laranja, vermelho, verde escuro, verde claro, roxo, etc. Quanto mais colorido o prato, mas rica e equilibrada é a alimentação.

2. Mastigue bem. Quanto mais mastigamos, mais absorvemos os nutrientes dos alimentos.

3. Prefira alimentos grelhados, cozidos e refogados. Frituras engordam e dificultam a digestão.

4. Tome pelo menos oito copos de água por dia, mas procure não beber nada durante as refeições. Cuidado com a contaminação, só beba água mineral ou fervida e mantenha o reservatório de água do caminhão sempre limpo.

5. Tenha sempre frutas no caminhão e coma pelo menos três por dia, entre as refeições. Aproveite para conhecer a incrível variedade de frutas que o Brasil oferece.

6. A alimentação deve ser dividida em três refeições principais e três lanches intermediários. Assim, quando for comer, você não corre o risco de exagerar.

7. Não durma logo após as refeições, nem ingira alimentos muito pesados à noite, pois neste período a digestão é mais lenta.

8. Prefira carnes magras, peixes e aves sem pele.

9. Coma bastante salada crua antes dos pratos quentes. Elas contém fibras, que são muito importantes para a saúde. Mas cuide com a higiene. Antes de comer a salada deixe-a mergulhada em uma vasilha com água e hipoclorito de sódio.

10. Diminua o consumo de sal, açúcar, doces e refrigerantes.

Anorexia e bulimia: caia fora dessa roubada!

Se a preocupação com o corpo e com a comida não sai da sua cabeça, é hora de parar e pensar: será que isso é saudável?
Você deve conhecer alguém assim. Aquele amigo (a) que só fala em comida, que sabe todas as novidades da dieta, que fica mandando todo mundo comer enquanto ele (a) belisca um tequinho e diz que está estourando. 

Ou que, quando come, fica se lastimando, reclamando, jurando que amanhã vai ficar só na água ou vai se matar na academia. Ai, fala sério: ninguém merece!

Além de ficarem muito chatos, meninas e meninos assim correm um grande risco: o de desenvolver doenças relacionadas à alimentação, chamadas de transtornos alimentares.

Os mais conhecidos são a bulimia e a anorexia. Apesar de serem bem diferentes, essas doenças têm como origem comum a preocupação excessiva com o corpo. É aquele medo enorme de engordar que transforma a relação com a comida na coisa mais importante do mundo.
Os anoréxicos simplesmente param de comer e continuam se achando gordas mesmo depois de estarem esqueléticos. 

Já os bulímicos, colocam o dedo na garganta para provocar o vômito, passam horas a fio suando na academia, tomando laxante ou ficando o dia inteiro em jejum para não engordar.
O que é normal? 

Isto é normal: Olhar-se no espelho e achar que está com uma barriguinha meio saliente. Prometer-se que amanhã vai começar a fazer ginástica, sem deixar de lado o sorvete com a amiga.
Isto não é normal: Olhar-se no espelho e achar que está com uma barriguinha horrorosamente grande. Ligar para a amiga, desmarcar o sorvete e correr para a academia.

Isto é normal: Exagerar no lanche com as amigas e comentar: “Putz, comi demais!”
Isto não é normal: Exagerar no lanche com as amigas, pensar “comi demais” e correr para o banheiro vomitar tudo.
Isto é normal: Controlar-se para não exagerar nos doces durante a semana. Assim você pode se esbaldar no almoço na casa da sua avó no domingo.
Isto não é normal: Esbaldar-se no almoço da sua avó no domingo e, por isso, passar o resto da semana a água e alface, falando a cada minuto “eu sou um (a) gordo (a), eu sou um (a) gordo (a)”.
Isto é normal: Saber quais alimentos fazem bem à sua saúde e quais engordam. Tentar, dentro do possível, maneirar nos doces e frituras.
Isto não é normal: Conhecer as calorias de todos os alimentos e recusar veementemente qualquer coisa que possa engordar.
Isto é normal: Querer ter um corpo bonito.
Isto não é normal: Achar que é impossível ser feliz se não for magérrimo (a).
Isto é normal: Escolher aquela mousse de chocolate deliciosa de sobremesa. À tarde você se controla mais.
Isto não é normal: Ver aquela mousse de chocolate que você adora e preferir a taça de gelatina diet.

Leite e Derivados

1-  Conceituação

O leite é o produto de secreção  das glândulas mamárias.

Leites utilizados na alimentação humana: leite de vaca e de cabra.

2- Valor nutricional varia com a raça e a alimentação do animal.

Composição do leite de vaca, por 100 ml :

PROTEÍNAS 3 a 4 g
Caseína 2,87 g
Albumina 0,56 g
LIPÍDIOS 3 a 6 g
CARBOIDRATOS 4,6 a 5 g
MINERAIS 0,7 a 0,75 g
VITAMINAS
A 97 a 785 UI
C 0,5 a 6,6mg
B1 0,10 a 2,5 mg
B2 0,65  a 10 mg
Niacina 0,05 a 0,5 mg

O teor de vitamina D varia com a exposição do animal à luz solar. O leite é pobre em vitamina D e Ferro.O cálcio, na forma de lactato de cálcio, é abundante no leite e constitui uma das fontes mais assimiláveis de cálcio pelo organismo humano. É boa fonte de vitaminas B e A .

4- Características físicas

É um alimento líquido (86 % de água) constituído por lactose e minerais, proteínas em forma coloidal (caseína dispersa, albumina e globulinas em solução), gorduras em emulsão, vitaminas e gases.

É ligeiramente ácido, com pH entre 6,5 e 6,7.

5- Efeitos da cocção (fervura)

No leite fluido, a mudança do sabor do leite in natura é conseqüência da pasteurização e da fervura.

O ranço e a oxidação do leite natural também podem provocar alterações de paladar. O sabor do leite se modifica pela fervura, pois a globulina e o lactato de albumina coagulados, aderem ao fundo da panela, podendo queimar-se; a lactose pode caramelizar-se pelo calor excessivo; os gases se perdem e, pela evaporação da água, outros elementos se concentram. Enzimas que podem alterar o sabor do leite ,como as lipases, são destruídas pela fervura.

Pelo aquecimento, forma-se na superfície do leite uma película constituída por albumina e globulina coaguladas, que englobam sais de cálcio, gorduras e uma pequena fração de caseína. Iniciada a fervura, dilatam-se os gases dissolvidos no leite e formam espuma cuja pressão pode levantar a película superficial, entornando o leite.

O método de esterilização caseira é a fervura  por 3 minutos, o que altera o teor de vitamina C.

6. Derivados do leite mais utilizados em preparações culinárias

6.1 – Creme de leite


A gordura do leite está em forma de emulsão de glóbulos bem pequenos; cada glóbulo está envolvido por uma película protéica. Em repouso, os glóbulos de gordura sobem à superfície  constituindo uma camada de nata, a qual é retirada, constituindo o creme de elite. O conteúdo de gordura é variável, d 10 a 40%. Possui 90 a 98 mg de Cálcio, além de glicídios e proteínas em pequenas proporções. O creme de leite batido (chantilly) consiste na incorporação de ar ao creme. O acréscimo de açúcar dificulta o batimento do creme. O creme homogeneizado não é próprio para fazer o creme batido pois não retém o ar.É empregado como elemento gorduroso em  várias preparações, como sopas,molhos, carnes, peixes,frutas e sobremesas.

6.2-Manteiga


É obtida pelo batimento contínuo do  creme deleite, reunindo os glóbulos de gordura, separando-o de parte do soro e retendo o soro restante em uma rede. Enquanto o creme de leite é uma emulsão de gordura no soro, a manteiga é uma emulsão do soro na gordura, é muito utilizada em preparações  culinárias, decompões-se com facilidade em temperatura elevada, sendo inadequada para frituras pois produz acroleína,produto da decomposição da glicerina, que é prejudicial ao sistema digestório. Seu teor de ácidos graxos saturados é elevado devendo ser consumido com moderação para prevenir a hipercolesterolemia.

6.3 – Queijos


São produtos da industrialização do coalho do leite. É pobre em carboidratos pois quando o leite se coagula lactose permanece no soro. O queijo tem sua concentração protéica de 6 a 10 vezes maior que o leite, e de cálcio de 4 a 8 vezes maior. Sua digestão é facilitada pela presença de lactobacilos que desdobram suas proteínas durante o processo de maturação. Os queijos são produzidos a partir do leite pasteurizado, por um processo de coagulação provocado por ácidos ou enzimas, geralmente a renina, extraídas do estômago de animais. A culinária do queijo pode consistir em simplesmente em se derreter o queijo, ou combiná-lo com outros ingredientes e submetê-lo à cocção. Em ambos os casos, é necessário que se derreta o queijo sem que haja separação excessiva da gordura e a formação de fios. Temperaturas baixas e períodos curtos de cocção são os mais indicados.O calor excessivo de fogo direto resulta em separação da gordura, formando fios e o endurecimento do queijo derretido. Quando em molhos, o queijo pode talhar, formando fios e entrelaçamentos. Tipos de queijos: camembert, fundido, gorgonzola, minas frescal, requeijão, ricota, roquefort, reino, emental, preto, parmesão, mussarela, provolone

7-Utilização do leite em preparações culinárias
–    Como meio de cocção: mingaus, sopas

–        Com ovos (coagulação): flans, pudins

–        Como ingrediente: bolos, sorvetes

Técnicas de pesagem e medição de substâncias alimentares.

Quando buscamos que uma preparação culinária possa ser efetuada com sucesso, devemos dar importância a fatores como tipo de utensílio, temperatura e tempo de preparo, mas também a qualidade e quantidade dos ingredientes (PHILIPPI, 2003).

Para obter medidas mais exatas é necessário instrumentos com capacidades padronizadas, pois dessa forma garante-se a reprodutibilidade da receita e auxilia o controle de qualidade, quantidade e custo. Entre estes instrumentos podemos citar: balanças, provetas, recipientes graduados, entre os de medidas caseiras são xícaras, colheres, copos, pires (PHILIPPI, 2003).

Pesagem e medição de alimentos secos:

Os alimentos secos não devem ser pressionados quando forem ser medidos, se estiverem encaroçados é recomendável que se desmanchem os grumos. Auxiliado por uma colher o alimento deve ser colocado no utensílio de medida sem ser comprimido, também se deve nivelá-lo com o auxílio de uma espátula ou com o lado cego da faca (PHILIPPI, 2003).

Pesagem e medição de alimentos líquidos:

O recipiente deve ser preenchido aos poucos, com o auxílio de um funil, até atingir a quantidade indicada pela receita. A leitura do recipiente deve ser feita em superfície plana, com os olhos no nível do menisco (PHILIPPI, 2003).

Pesagem e medição de alimentos pastosos ou gordurosos:

Devem ser pesados em temperatura ambiente e colocados em um recipiente padronizado com o auxílio de uma colher, pressionando-o para evitar formação de bolha de ar e nivela-se com uma espátula ou lado cego da faca (PHILIPPI, 2003).

Carnes bovinas e suínas

Todos os cortes de carne podem render excelentes e saborosos pratos se preparados corretamente. A forma de preparo mais adequada para cada corte de carne dependerá dos seguintes fatores:

· 1. a maciez natural do corte: a maciez depende do corte em si (ou seja, de sua

localização na carcaça), da quantidade de tecido conjuntivo, da idade do animal e da forma de processamento da carne (a carne maturada geralmente é mais macia);

· 2. a quantidade e o tipo de tecido conjuntivo: cortes com maior teor de tecido

conjuntivo são mais rijos, portanto devem ser preparados com métodos de calor úmido, que solubilizam esse tecido e amaciam a carne;

· 3.a marmorização ou marmoreio: é a quantidade de gordura entremeada nas fibras da carne. Cortes magros cozinham mais rapidamente que cortes com maior teor de gordura entremeada. Se cozidos por longo tempo, cortes magros perdem o suco, passam do ponto e ficam mais duros;

· 4. o tamanho do corte .

Basicamente, existem dois modos de cozimento de carne: por calor seco e por calor úmido. Os métodos por calor seco não usam água, porém podem empregar óleo ou gordura em pequenas quantidades. Cortes mais macios e com menos tecido conjuntivo devem ser preparados de preferência em calor seco (na grelha, no forno ou fritos em pouco óleo). Formas de preparo por calor úmido (que empregam água ou óleos) realçam o sabor das carnes. Cortes menos macios, que têm maior teor de tecido conjuntivo (particularmente cortes do dianteiro), devem ser preparados em calor úmido (cozidos, em panela de pressão ou fritos imersos em óleos ou gorduras) até que as fibras se amaciem.

A temperatura de cozimento é um dos aspectos mais importantes da preparação da carne. Pesquisas científicas mostram que, quanto maior a temperatura de cozimento, maiores são as perdas por desidratação, o que deixa a carne menos suculenta e menos macia. Portanto as temperaturas de baixa a moderada são as mais adequadas para o cozimento da carne (entre 140ºC e 170ºC). Porém, para assar cortes magros, a temperatura deve ser mais alta (200ºC).

Fritar é um método de preparo por calor úmido. Significa cozinhar a carne em óleo ou gordura quente, geralmente em uma frigideira.

Prefira frigideiras de fundo grosso, de alumínio ou de ferro fundido. Evite virar muito a carne na panela e, se usar um garfo para virar os bifes, procure espetar apenas o cantinho para evitar que a carne perca o suco.

Podem-se fritar cortes como bifes finos, hambúrguer de carne moída ou bifes de filé mignon, de coxão mole, de patinho, de fraldinha e de contra-filé.

Alguns conceitos em Toxicologia de Alimentos

1 – Diferencie efeitos tóxicos crônicos de efeitos tóxicos agudos.

Efeitos tóxicos agudos estão sempre associados a altas concentrações (mg/g ou g/L) e frequência de ingestão unitária (exposição única). Manifestam-se rapidamente, sendo quase sempre severos e letais.

Efeitos crônicos caracterizam-se por serem produzidos por baixas concentrações (que isoladamente podem ser consideradas de não-efeito) e alta freqüência (exposições prolongadas ou a longo prazo). São reversíveis, isto é, via de regra desaparecem ou diminuem de intensidade, cessada a exposição.

 

2 – O que é efeito tóxico crônico retardado?

Admitem para sua manifestação o chamado período de latência, cuja duração dependerá do reinício da exposição e da frequência com que o organismo estiver se expondo.

 

3 – O que são efeitos tóxicos adversos?

Genericamente, todas substâncias químicas produzem efeitos múltiplos no organismo como um todo, mesmo que possam produzir reações bem específicas de origem bioquímica ou molecular. Quando não esperados e nocivos podem ser chamados de efeitos tóxicos adversos. São muito difíceis de serem caracterizados durante uma intoxicação por agentes tóxicos presentes em alimentos por depender, fundamentalmente, da suscetibilidade do organismo exposto.

 

4 – Conceitue toxidade de uma substância.

Toxicidade de uma substância é conceituada como a medida relativa do risco que ela apresenta de produzir um efeito tóxico no sistema biológico exposto,

 

5 – De que maneiras a população humana se expõe a agentes tóxicos?

A população humana se expõe a agentes da terapêutica, produtos de uso doméstico, substâncias presentes em seu ambiente de trabalho, em circunstâncias variadas que podem se incorporar ao seu ambiente (água, ar, solo) e principalmente através de alimentos contaminados de maneira intencional.

 

6- A avaliação da toxicidade de um AT presente em um alimento está relacionada com as características e condições da exposição. Quais são eles?

– Natureza e concentração do agente tóxico presente no alimento;

– Frequência com que o alimento é ingerido pela população;

– Tempo com que o alimento vem sendo ingerido;

– Via de introdução no organismo;

– Suscetibilidade do organismo.

 

7 – Quais os fatores que predominam numa população onde existe a exposição crônica a AT em alimentos?

– A qualidade dos alimentos deixam a desejar;

– As dietas sejam consideradas monótonas em virtude da ausência de variedades ou simplesmente escassez de alimentos;

– Os hábitos alimentares são errôneos ou culturalmente incorretos;

– Tabus alimentares são bastante comuns em sua totalidade ou mesmo em pequenos seguimentos subdesenvolvidos.

 

8 – Conceitue absorção do ponto de vista da toxicologia de alimentos.

Entende-se por absorção o transporte do AT, através de membranas, do meio exterior (trato gastrointestinal) para o meio interno (corrente circulatória).

 

9 – Como se dá a indução das transformações estruturais do toxicante por componentes das células intestinais?

A indução de transformações estruturais de toxicante por componente das células intestinais tem sido demonstrada tanto pra nutrientes (metabolismo) como para não-nutrientes (biotransformação).

A substância tóxica presente no alimento estará dissolvida na fração gordurosa ou ligada à parte protéica ou eventualmente a dos carboidratos constituintes dos alimentos. Deverá, portanto, se dissolver nos sucos gástricos que favorecem a digestão a fim de que possam ser absorvidos com maior ou menor velocidade.

 

10 – Comente sobre os mecanismos de transporte especializados apresentados pelo trato gastrointestinal de mamíferos. Como se dá o transporte de chumbo par dentro da célula?

O trato gastrointestinal dos mamíferos apresenta mecanismos de transporte especializados (difusão facilitada, transporte ativo) caracteristicamente realizados contra um gradiente de concentração e com gasto de energia para a absorção de nutrientes e eletrólitos. Ex: chumbo, um freqüente contaminante de alimentos, tanto de origem vegetal como animal, pode ser transformado para dentro da célula pelo sistema que transporta cálcio (difusão facilitada).

Outro tipo de transporte também existente é a pinocitose que desempenha papel importante na absorção de corantes, vitaminas, etc.

 

11 – Conceitue toxicocinética ou deslocamento. Quais os fatores envolvidos no processo?

É uma continuação da passagem da substância através das membranas constituintes dos diversos tecidos do organismo. Fatores envolvidos:

– Habilidade do agente químico em atravessar essas barreiras;

– Afinidade que o toxicante tenha pelos diferentes tecidos;

– Vascularização desses tecidos.

 

12 – Comente sobre a capacidade sequestrante de AT pelas proteínas plasmáticas.

As proteínas plasmáticas podem sequestrar constituintes, tanto exógenos como endógenos, presentes no organismo.

O seqüestro do AT pela proteína constitui um verdadeiro “armazenamento” deste último, uma vez que ele não consegue agir no organismo e nem ser removido do mesmo. Todavia, esse complexo pode sofrer processos de transporte ativo para o fígado e rins.

A capacidade sequestrante da proteína é limitada, ou seja, uma vez saturados seus sítios complexantes, haverá um aumento da toxicidade do composto pelo desequilíbrio entre o complexo e a forma livre do AT.

 

13 – Conceitue barreira hematencefálica. Comente sobre a passagem de substâncias lipossolúveis para o cérebro.

Barreira hematencefálica é uma barreira existente entre o sangue e o cérebro, ou seja, é um conjunto complexo de defesa do cérebro que o protege de possíveis tóxicos, é um local menos permeável do que a maioria de outras áreas do corpo. Mas não é uma barreira absoluta para passagem de AT para o SNC, não estando completamente desenvolvida após o nascimento.

Substâncias lipossolúveis (com elevação de partição óleo/água) podem atingir o cérebro com relativa facilidade, através da simples difusão, numa velocidade que é função direta desse coeficiente.

14 – Comente sobre os mecanismos de remoção de compostos tóxicos pelo organismo.

Os agentes tóxicos podem ser removidos do organismo por dois mecanismos: por excreção (fezes, urina) e por secreção (biliar, láctica, sudorípara, salivar e lacrimal).

 

15 – Conceitue biotransformação. Explique os mecanismos empregados para a biotransformação de AT pelo organismo humano. Cite alguns sistemas envolvidos no processo.

Pode-se conceituar Biotransformação como sendo o conjunto de alterações maiores ou menores que um agente químico sofre no organismo, visando aumentar sua polaridade e facilitar sua excreção, ou seja, é o processo que um xenobiótico é transformado em um metabólito mais hidrosolúvel para facilitar sua excreção do organismo.

A biotransformação pode ocorrer através de dois mecanismos:

ü      o chamado Mecanismo de Ativação da Biotransformação, que produz metabólitos com atividade igual ou maior do que o precursor. Ex.: a piridina é biotransformada ao íon N-metil piridínico que tem toxicidade cinco vezes maior que o precursor. O mesmo ocorre com o inseticida parathion que é biotransformado a paraoxon, composto responsável pela ação tóxica do praguicida e

ü      o Mecanismo de Desativação, quando o produto resultante é menos ativo (tóxico) que o precursor. É o mais comum de ocorrer para os xenobióticos.

Reações de biotransformação ocorrem às custas de sistemas enzimáticos encontrados em diferentes células de tecidos e órgãos. Todavia, o fígado é o órgão no qual a maioria das biotransformações metabólicas e biológicas ocorrem, não só do ponto de vista da sua posição no aparelho digestivo, do suprimento sanguíneo que recebe, da existência e número de enzimas presentes nos hepatócitos, como também da quantidade das substâncias estranhas ao organismo (xenobióticos) que estão sempre presentes nesse órgão.

Sistemas enzimáticos hepáticos e extra-hepáticos (renal, intestinal, plasmático, etc.) são responsáveis pelas reações químicas de oxidação, redução, hidrólise e conjugação, normalmente envolvidas na biotransformação.

16 – Diferencie destoxificação de biotoxificação.

Destoxificação é quando os produtos de biotransformação produzidos na fase I são menos tóxico que o precursor.

Biotoxificação é quando os produtos de biotransformação produzidos na fase I são mais tóxico que o precursor.

17 – Quais as substâncias necessárias para que ocorra o processo de conjugação e o que ocorre na ausência (carência) de tais substâncias?

Para que haja os processos de conjugação é necessário um grande suprimento de substâncias endógenas (carboidratos, sulfatos,aminoácidos). Na falta destes, a conjugação é retardada, diminuindo a capacidade de desintoxicação do organismo com a remoção da substância.

18 – Comente sobre os processos de oxidação, redução e hidrólise de AT. Exemplifique.

Oxidação: são as mais freqüentes no processo de biotransformação: hidroxilação de grupos alquil, aril e metil; oxidação de álcoois e aldeídos a ácidos; desaminação oxidativa; oxidação de compostos sulfurados,etc.

Redução: Enzimas responsáveis pelas reações de redução que certos AR são submetidos nos processos de biotransformação poderão estar localizadas nas frações microssômica e solúvel das células. Ex: corantes azóicos.

Hidrólise: Enzimas envolvidas nas reações de hidrólise podem ser encontradas nas frações microssômica e solúvel das células bem como no plasma sanguineo, responsáveis pelas reações hidrolíticasde ésteres, amidas, carbamatos, hidrazidas, etc. Ex: inseticidas organofosforados.

 

19 – Conceitue e descreva o sistema enzimático citocromo P-450 monoxigenase.

Esta enzima é um citocromo (complexo de proteína e heme) chamado de P450 porque em sua forma reduzida é ligado ao monóxido de carbono, terá um pico (P) de absorbância no comprimento de onda de 450nm. Citocromo P-450 é um sistema enzimático que cataliza oxidações; sob certas condições específicas, pode catalizar outros tipos de reações como as de redução.

O sistema enzimático Cit P450 é influenciado por uma série de substâncias, que podem induzir ou inibir a sua atividade, alterando a biotransformação de determinados compostos. Ex.: a) fenilbutazona (antiinflamatório e antireumático) e o cloranfenicol podem inibir a biotransformação enzimática da tolbutamida, medicamento antidiabético. Com isto, uma dose terapêutica deste medicamento poderá causar crises de hipoglicemia sérias, devido à diminuição excessiva do açúcar no sangue; b) Fenobarbital e álcool são exemplos de indutores enzimáticos, que aumentam a biotransformação de outros fármacos como a metadona, fenilbutazona, etc. Parece que nestes casos tanto o fenobarbital como o álcool, aumentam a concentração do Cit P450 e, consequentemente, aumenta a biotransformação dos fármacos. Outros fatores que influem na biotransformação serão discutidos posteriormente.

20 – Comente sobre o mecanismo de conjugação. Quais os grupamentos endógenos fornecidos durante o processo de conjugação?

Consistem na adição de grupamentos endógenos aos toxicantes, tornando-os suficientemente polares para que possam ser removidos do organismo. Os grupamentos endógenos fornecidos durante a conjugação podem ser derivados de carboidratos, aminoácidos, glutationa e sulfatos, havendo o envolvimento de grandes quantidades de energia com formação dos compostos intermediários.

 

A importância das fibras

As fibras solúveis retardam o esvaziamento gástrico e a velocidade do trânsito intestinal, enquantam as fibras insolúveis paracem acelerar o trânsito intestinal (FRANCO, 2007).

As fibras dietéticas têm a propriedade de aumentar a gordura fecal, sendo que as fibras hidrossolúveis, como a pectina e a goma guar, parecem reduzir a colesterolemia. Esse efeito parece advir da capacidade de algumas fibras de absorver ácidos biliares, reduzindo a absorção do colesterol endógeno para oprocesso de síntese dos ácidos biliares (FRANCO, 2007).

As fibras atuam  reduzindo a taxa glicêmica em diabético insulino-dependentes ou tratados com sulfoniluréias, tendo o tipo de fibras influência no metabolismo glicídico, pois o farelo de trigo reduz mais a glicemia qua a lignina (FRANCO, 2007).

As fibras dietéticas proporcionam benefícios aos pacientes que necessitam evitar o esforço no sanitário e pacientes com afeccção intestinal espasmódica e cólon irritável .A dieta de fibras atua como laxativo devido a união de água e íons no lúmen colônico e, dessa forma, ocorre amolecimento das fezes e incremento de seu volume (FRANCO, 2007).

BIBLIOGRAFIA

FRANCO, Guilherme. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª edição, São Paulo: Atheneu, 2007.

Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC)

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS:

Resulta em redução da eficiência de bombeamento do coração nas duas câmaras inferiores, com menor circulação de sangue até os tecidos do corpo, congestão nos pulmões ou na circulação corpórea, inchaço dos tornozelos, dores abdominais, ascite, congestão hepática, distensão das veias jugulares e dificuldade respiratória. A insuficiência cardíaca congestiva é o diagnóstico mais comum em pacientes hospitalizados. Pode ser causada por cardiopatia coronariana, ataque cardíaco prévio, histórico de cardiomiopatia, doença pulmonar obstrutiva crônica, anemia grave, consumo excessivo de álcool, baixo nível de funcionamento tireoidiano. Sexo masculino, baixa escolaridade, inatividade física, tabagismo, excesso de peso, diabetes, hipertensão, valvulopatia cardíaca e cardiopatia coronariana são, todos, fatores de risco independente para ICC.

EXAMES LABORATORIAS

ü      Radiografia torácica

ü      Sódio, cloreto

ü      Aspartato amino-transferase, alanina amino-trasnferase

ü      BNP

ü      Ecocardiograma

ü      Eletrocardiograma

ü      Cateterização cardíaca

ü      Oximetria

ü      Pressão parcial do dióxido de carbono, pressão parcial do oxigênio

ü      Densidade específica (aumentada)

ü      Colesterol

ü      Triglicérides

ü      Homocisteína

ü      Vitamina B12 sérica

ü      Potássio

ü      Glicose

ü      Hemoglobina e hematócrito, ferro sérico

ü      Magnésio, cálcio

ü      Zinco sérico

ü      Fosfatase alcalina

ü      Albumina, pré-albumina

ü      Nitrogênio da uréia sangüínea, creatinina

ü      Ácido láctico desidrogenase (aumentado)

ü      Balanço nitrogenado

ü      Ácido úrico

TRATAMENTO / MEDICAMENTOS/ INTERAÇÃO FÁRMACO-NUTRIENTE:

– Os diuréticos tiazídicos e os digitálicos promovem depleção de potássio;

– Anticoagulantes muitas vezes são utilizados em pacientes

acamados.

– Inibidores da enzima conversora de angiontesina. Monitorar para que não ocorra hipercalemia, náusea, vômito, tontura e dores abdominais. Diminuem a retenção de sódio e água.

– Vasodilatadores arteriais. Podem causar náusea e vômito.

– Suco de pomelo diminui o metabolismo farmacológico no intestino e pode afetar medicamentos até 24 horas após serem consumidos.

FINALIDADES DA DIETA:

ü      Promover repouso, para reduzir as demandas do coração. Restaurar a estabilidade hemodinâmica e prevenir o choque cardiogênico ou a tromboembolia.

ü      Eliminar ou reduzir o edema.

ü      Evitar distensão e elevação do diafragma, o que reduz a capacidade vital.

ü      Obter um peso corporal ideal para diminuir  as necessidades de O2 e as demandas dos tecidos por nutrientes. Repor a massa magra (LBM), se houver necessidade.

ü      Limitar os estimulantes cardíacos.

ü      Prevenir a caquexia cardíaca, hipotensão arterial, apatia, pulso fraco decorrente de diuréticos depletores de potássio, anorexia, náusea, vômito e sepse.

ü      Corrigir qualquer déficit de nutrientes.

Prevenir a formação de úlceras de decúbito decorrentes de atividade e da má circulação.

CARACTERÍSTICAS DA DIETA

ü      Iniciar a alimentação com a dieta líquida

ü      Dieta hipossódica (no máximo 2 g. de sódio).

ü       Teores adequados de potássio, magnésio e cálcio.

ü      Aumentar vitamina E, ácido fólico, riboflavina, vitaminas B6 e B12.

Fracionamento de 5-6 pequenas refeições diárias, com não mais de 3 litros de líquidos/dia.

ALIMENTOS PERMITIDOS:

ü      Se aprovado pelo médico o vinho tinto pode ser recomendado.

ü      Nozes, amêndoas, macadâmia, nozes-pecãs, castanhas e pistache.

ü      Apenas 4-5 gemas de ovo semanalmente.

Temperos naturais.

ALIMENTOS EVITADOS:

ü      Temperos industrializados.

ü      Produtos feito com leite integral.

ü      Carne vermelha, gordura aparente de carne e aves, alimentos industrializados assados, defumados, carnes curadas e molhos industrializados, refeições congeladas.

ü      Alimentos fontes de vitamina K não deve ser usado mais que uma vez por dia.

ü      Angélica, fenogrego, aniz, alho em excesso, gengibre, ginkgo e ginseng.

Álcool, sal, bicarbonato de sódio, fermento em pó, glutamato monossódico.

EVOLUÇÃO DA DIETA:

Com a progressão do tratamento deverá incluir alimentos brandos e de fácil digestão.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

SCOTT-STUMP,S. Nutrição relacionado ao diagnóstico e tratamento. 5ª edução. Barueri, SP: Manole, 2007.

Infarto Agudo do Miocárdio

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS:

O infarto agudo do miocárdio consiste da necrose do músculo cardíaco, por uma situação prolongada de suprimento sagüíneo inadequado ou de deficiência de O2 . Oclusão coronariana é o fechamento, por depósitos de gordura ou por coágulo sangüíneo, de uma artéria coronária que irriga o miocárdio. Comumente chamada de ataque cardíaco, a oclusão coronariana se manifesta com uma intensa dor de compressão, náusea, vômito e debilidade. O repouso não alivia os sintomas. Os estágios são: crítico (as primeiras 48  horas), , agudo (3-14 dias) e de convalescença (15-90 dias).

EXAMES LABORATORIAS:

ü      Ecocardiograma

ü      Eletrocardiograma

ü      Imageamento por radionuclídeo

ü      Aspartato aminotransferase

ü      Cobre sérico (aumentado)

ü      Ácido láctico desidrogenase (aumentado)

ü      Taxa de sedimentação

ü      Leucometria (aumentada)

ü      Sódio

ü      Potássio

ü      Pressão parcial do dióxido de carbono, pressão parcial do oxigênio

ü      Pró-tempo

ü      Creatinina fosfocinase (aumentada)

ü      Colesterol total e frações

ü      Triglicérides (frequentemente aumentado)

ü      Hemograma completo

ü      Nitrogênio da uréia sanguínea

ü      Magnésio

ü      Homocisteína

ü      Folato sérico

ü      Vitamina B12

Hemoglobina e hematócrito, ferro sérico.

TRATAMENTO / MEDICAMENTOS/ INTERAÇÃO DROGA – NUTRIENTE:

– Nitratos, beta-bloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio são comumente utilizados.

– Morfina para alívio da dor.

– Varfarina ou heparina.

– Aspirina (pode diminuir a ferritina sérica)

– Mexitil e Rythmol (podem ocorrer náuseas, vômito ou constipação).

FINALIDADES DA DIETA:

ü      Promover repouso, para reduzir o esforço cardíaco. Evitar distensão causada por refeições pesadas.

ü      Prevenir arritimias, fornecendo alimentos à temperatura corporal.

ü      Evitar tanto a constipação como a flatulência.

ü      Evitar estímulo cardíaco excessivo com o uso de cafeína.

Reduzir níveis elevados de lipídeos, manter o colesterol

ü      abaixo de 200 mg/dL, triglicerídeos abaixo de 200 mg/dL, HDL entre 40-60 mg/dL, e LDL entre 100-129 mg/dL.

ü      Diminuir a energia necessária para mastigação, preparo de refeições, etc.

ü      Iniciar a cicatrização e promover a convalescença.

ü      Diminuir o peso em excesso para reduzir a carga imposta ao coração. Identificar fatores de risco modificáveis e reduzi-los, quando possível.

CARACTERÍSTICA DA DIETA:

ü      Iniciar a alimentação com a dieta líquida

ü      Dieta hipossódica (no máximo 2 g. de sódio).

ü       Teores adequados de potássio, magnésio e cálcio.

ü      Aumentar vitamina E, ácido fólico, riboflavina, vitaminas B6 e B12.

Fracionamento de 5-6 pequenas refeições diárias, com não mais de 3 litros de líquidos/dia.

ALIMENTOS PERMITIDOS:

ü      Se aprovado pelo médico o vinho tinto pode ser recomendado.

ü      Nozes, amêndoas, macadâmia, nozes-pecãs, castanhas e pistache.

ü      Cebola, chá, maçã, suco de uva e pomelo.

ü      Vegetais, frutas e cereais em grãos.

ü      Apenas 4-5 gemas de ovo semanalmente.

ü      Temperos naturais.

Consumir mais peixe, o que pode reduzir o risco de morte cardíaca súbita em homens, caso esse alimento seja consumido semanalmente.

ALIMENTOS EVITADOS:

ü      Temperos industrializados.

ü      Produtos feito com leite integral.

ü      Carne vermelha, gordura aparente de carne e aves, alimentos industrializados assados, defumados, carnes curadas e molhos industrializados, refeições congeladas.

ü      Alimentos fontes de vitamina K não deve ser usado mais que uma vez por dia.

Álcool, sal, bicarbonato de sódio, fermento em pó, glutamato monossódico.

EVOLUÇÃO DA DIETA:

Com a progressão do tratamento deverá incluir alimentos brandos e de fácil digestão.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

SCOTT-STUMP,S. Nutrição relacionado ao diagnóstico e tratamento. 5ª edução. Barueri, SP: Manole, 2007.

Alimentação Saudável

O que é alimentação saudável?

É uma dieta composta de proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, cálcio, e outros minerais, como também rica em vitaminas. Para isto necessitamos de uma dieta variada, que tenha todos os tipos de alimentos, sem abusos e tambem sem exclusões.

Variar os tipos de cereais de carnes, de verduras, legumes e frutas, alternando as cores dos alimentos.

As vitaminas e minerais é que dão as diversas colorações.

Quais os alimentos que contém proteínas?

*carne;

*peixe;

*leite;

*ovos;

*feijão e trigo.

Quais os tipos de alimentos que contém carboidrato?

*peito de frango;

*batata doce;

*brocolis e espinafre;

*pães;

*mandioca;

*cereais(arroz, aveia, milho, pipoca)

*mel.

Quais os tipos de alimentos que contém fibras?

*frutas;

*vegetais;

*pão integral;

*nozes;

*legumes;

*cereais integrais e farelos.

Quais os tipos de alimento que contém calcio?

*espinafre;

*agrião;

*brócolis;

*leite e seus derivados;

*iogurte;

*couve-manteiga.

Quais os tipos de alimentos que contém minerais?

*leite;

*peixe;

*ervilha seca;

*feijão;

*castanhas.

PIRÂMIDE ALIMENTAR

piramide_alimentar