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SUPER NOVIDADE: VEM AÍ O NA MEDIDA!

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A partir de semana que vem a Nutricionista Karina Carvalho integrará a Equipe de Colunistas do Jornal Comunic Notícias. Toda semana estarei escrevendo, na coluna chamada #NaMedida, sobre os mais variados temas ao redor da nutrição e sua relação com a estética, beleza, saúde, esporte, plantas medicinais, entre outros temas. Não deixem de acompanhar o jornal, a equipe é formada pelos mais renomados colunistas da região, entre eles: Fábio Soares, Paula Duarte , Angélica Leal, Franciele Aleixo, Uaiara Araújo, Taí Braz e muitos outros.

Não percam a minha estréia como colunista na próxima semana e não deixem de enviarem os seus comentários na coluna do jornal, para que possamos melhorar a cada dia mais, em busca de informações importantes, atuais e com o compromisso com a verdade.

Conheçam um pouco mais sobre o jornal no link abaixo:
http://comunicnoticias.com/

COMO FOI O SEU FINAL DE SEMANA?

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Enquanto você continuar pensando que dieta e treino são “tarefas” apenas para durante a semana, seus resultados continuarão sendo limitados. Um final de semana todo fora da dieta é capaz de anular toda a evolução alcançada na semana.

Pense comigo, se você seguir o planejamento de segunda a sexta-feira, mas furar no sábado e domingo, ao longo dos 365 dias do ano, serão 104 dias fora da dieta. Será mesmo que é possível ter uma evolução consistente dessa forma?

Evite pular refeições e programe-se para deixar doces, frituras, junk food, bebidas alcoólicas, como exceções e não permita torná-los um hábito em sua vida.

Boa semana a todos!

SÍNDROME FÚNGICA: VOCÊ PODE SER VÍTIMA DESSE MAL E NÃO SABER

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Vários problemas estão associados a síndrome fúngica, entre eles estão: Hiperatividade e Distúrbio de concentração, Depressão bipolar, Depressão, Ansiedade, Fibromialgia, Fadiga crônica, Enxaqueca, Tireoidite de Hashimoto, Psoriase, Artrite reumatóide, Distúrbio gastrointestinal, Micoses, Infecções Urinárias, Compulsividade, Alergias, Imunodepressão, Assadura, Sapinho, Aftas, Irritabilidade, Letargia, Cistite Intersticial, necessidade de comer doce, Acnes, Dermatite seborréica, Candidiase vaginal de repetição, Rosácea, Edema, Sangue nas fezes, Queda de cabelo, Colite, Bronquite, Boca ou garganta seca, Urgência urinária, Hipoglicemia, Nervosismo e os sintomas não param por aí, vão muito além destes já citados.

Uma síndrome oculta e silenciosa! É assim que os estudiosos se referem ao conjunto de sintomas crônicos persistentes, muitas vezes fatais, que a multiplicação exacerbada desses microorganismos, associados ao tipo e quantidade de compostos tóxicos que produzem, pode causar a todos os sistemas do nosso organismo. Microorganismos mais antigos que a raça humana, desenvolveram recursos de sobrevivência tão complexos que ainda não nos permitem conhecer todas as suas ações quando em estágio de virulência, sendo muitas vezes tão complexo identificar os sintomas e associá-los ao problema.

Diferentes das bactérias, os fungos são do mesmo ramo biológico dos humanos, portanto, possuem as características celulares semelhantes as nossas células o que torna o tratamento por drogas sempre agressivo e pouco eficiente.

Mais importante que matar os fungos, naturais da nossa microbiota, é manter o controle e equilíbrio da mesma. Nosso comportamento alimentar e as condições ambientais atuais são ameaças reais ao nosso organismo. O surgimento desta epidemia, assim como diversas outras, reflete a nosso desequilíbrio nutricional com uma consequente diminuição da capacidade imunológica, fruto da sobrecarga de consumo de produtos alimentícios com substâncias que devem ser repelidas e, a carência de uma alimentação nutritiva que forneça todos os nutrientes necessários para um bom funcionamento físico, mental e emocional.

Conhecer os fatores que predispõe a esta síndrome e, entender a sua relação com
os sintomas apresentados e o nosso comportamento alimentar vão nos permitir atuar nas verdadeiras causas do seu desenvolvimento, através de uma terapia mais eficiente e integrada.

Fatores alimentares, ambientais e comportamentais que predispõem ao desenvolvimento fúngico: Alimentação pobre em nutrientes; Alto consumo de açúcar e carboidratos refinados; Consumo regular de bolores e leveduras; Baixo consumo de legumes, frutas e verduras, Jejum prolongado e dietas restritivas; Estresse emocional e mental; Exposição a produtos químicos; Intervenções cirúrgicas e procedimentos invasivos; Diagnóstico tardio; Amálgamas e prótese dentária; Higiene íntima inadequada, Roupas sintéticas pouco ventiladas; Antiácidos, antibióticos, corticoesteróides, anticoncepcionais hormonais e laxantes, entre outros.

Se você apresenta estes sintomas, procure um profissional para lhe ajudar a identificar este problema e começar precocemente o seu tratamento! Maiores dúvidas e esclarecimentos, entre em contato. Eu posso lhe ajudar a tratar esta causa!

Fonte: Carreiro, Denise M.; Vasconcelos, Luana; Ayoub, Maria E.. Síndrome Fúngica – Uma epidemia oculta. 3ª Ed., São Paulo, 2009.