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BOLO DE CENOURA SEM GLÚTEN E SEM LACTOSE

11223529_1011423245536930_3483951475023903679_nTem coisa melhor nesse friozinho que um bolinho de cenoura quentinho? Se você possui restrição à lactose e ao glúten, essa receita é ideal para você!

:: INGREDIENTES:
3 xícaras de farinha de arroz ou de mistura para bolos sem glúten, (ode misturar as duas se quiser)
2 xícaras de açúcar
1 xícara de óleo
3 ovos
3 cenouras médias
1 pitada de sal
1 colher de sopa de fermento em pó

>> Cobertura:
2 colheres de sopa de chocolate em pó (usei o 50% cacau da nestlé) pode ser qualquer um sem glúten e sem lactose
2 colheres de sopa de açúcar.
1 colher de sopa de margarina (becel azul pois não tem leite)
2 colheres de sopa de água ou leite sem lactose

:: MODO DE PREPARO
>Bolo:
Bata no liquidificador o açúcar, o óleo, os ovos e as cenouras picadas ou raladas.
Coloque a farinha de arroz ou mistura para bolos sem glúten e sem lactose em uma vasilha com a pitada de sal.
Jogue o creme que foi batido no liquidificador por cima da farinha e misture com uma colher até que a massa fique homogênea, por último misturar o fermento.
Coloque a mistura em uma forma média retangular ou de furo no meio, untada com óleo e polvilhada com um pouco da farinha usada na receita.
Levar ao forno preaquecido a 180ºC por mais ou menos 30 minutos ou até que esteja assado, furando a massa com um garfo ou palito e saia limpo.

> Cobertura:
Misturar os ingredientes e levar ao fogo até que fique cremoso.

Deixe esfriar uns 5 minutos e depois jogar por cima do bolo ainda quente.
Cortar e servir quente ou frio.

:: Informações Adicionais
A quantidade dos ingredientes da cobertura podem variar a gosto de cada um.

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COMO FOI O SEU FINAL DE SEMANA?

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Enquanto você continuar pensando que dieta e treino são “tarefas” apenas para durante a semana, seus resultados continuarão sendo limitados. Um final de semana todo fora da dieta é capaz de anular toda a evolução alcançada na semana.

Pense comigo, se você seguir o planejamento de segunda a sexta-feira, mas furar no sábado e domingo, ao longo dos 365 dias do ano, serão 104 dias fora da dieta. Será mesmo que é possível ter uma evolução consistente dessa forma?

Evite pular refeições e programe-se para deixar doces, frituras, junk food, bebidas alcoólicas, como exceções e não permita torná-los um hábito em sua vida.

Boa semana a todos!

SÍNDROME FÚNGICA: VOCÊ PODE SER VÍTIMA DESSE MAL E NÃO SABER

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Vários problemas estão associados a síndrome fúngica, entre eles estão: Hiperatividade e Distúrbio de concentração, Depressão bipolar, Depressão, Ansiedade, Fibromialgia, Fadiga crônica, Enxaqueca, Tireoidite de Hashimoto, Psoriase, Artrite reumatóide, Distúrbio gastrointestinal, Micoses, Infecções Urinárias, Compulsividade, Alergias, Imunodepressão, Assadura, Sapinho, Aftas, Irritabilidade, Letargia, Cistite Intersticial, necessidade de comer doce, Acnes, Dermatite seborréica, Candidiase vaginal de repetição, Rosácea, Edema, Sangue nas fezes, Queda de cabelo, Colite, Bronquite, Boca ou garganta seca, Urgência urinária, Hipoglicemia, Nervosismo e os sintomas não param por aí, vão muito além destes já citados.

Uma síndrome oculta e silenciosa! É assim que os estudiosos se referem ao conjunto de sintomas crônicos persistentes, muitas vezes fatais, que a multiplicação exacerbada desses microorganismos, associados ao tipo e quantidade de compostos tóxicos que produzem, pode causar a todos os sistemas do nosso organismo. Microorganismos mais antigos que a raça humana, desenvolveram recursos de sobrevivência tão complexos que ainda não nos permitem conhecer todas as suas ações quando em estágio de virulência, sendo muitas vezes tão complexo identificar os sintomas e associá-los ao problema.

Diferentes das bactérias, os fungos são do mesmo ramo biológico dos humanos, portanto, possuem as características celulares semelhantes as nossas células o que torna o tratamento por drogas sempre agressivo e pouco eficiente.

Mais importante que matar os fungos, naturais da nossa microbiota, é manter o controle e equilíbrio da mesma. Nosso comportamento alimentar e as condições ambientais atuais são ameaças reais ao nosso organismo. O surgimento desta epidemia, assim como diversas outras, reflete a nosso desequilíbrio nutricional com uma consequente diminuição da capacidade imunológica, fruto da sobrecarga de consumo de produtos alimentícios com substâncias que devem ser repelidas e, a carência de uma alimentação nutritiva que forneça todos os nutrientes necessários para um bom funcionamento físico, mental e emocional.

Conhecer os fatores que predispõe a esta síndrome e, entender a sua relação com
os sintomas apresentados e o nosso comportamento alimentar vão nos permitir atuar nas verdadeiras causas do seu desenvolvimento, através de uma terapia mais eficiente e integrada.

Fatores alimentares, ambientais e comportamentais que predispõem ao desenvolvimento fúngico: Alimentação pobre em nutrientes; Alto consumo de açúcar e carboidratos refinados; Consumo regular de bolores e leveduras; Baixo consumo de legumes, frutas e verduras, Jejum prolongado e dietas restritivas; Estresse emocional e mental; Exposição a produtos químicos; Intervenções cirúrgicas e procedimentos invasivos; Diagnóstico tardio; Amálgamas e prótese dentária; Higiene íntima inadequada, Roupas sintéticas pouco ventiladas; Antiácidos, antibióticos, corticoesteróides, anticoncepcionais hormonais e laxantes, entre outros.

Se você apresenta estes sintomas, procure um profissional para lhe ajudar a identificar este problema e começar precocemente o seu tratamento! Maiores dúvidas e esclarecimentos, entre em contato. Eu posso lhe ajudar a tratar esta causa!

Fonte: Carreiro, Denise M.; Vasconcelos, Luana; Ayoub, Maria E.. Síndrome Fúngica – Uma epidemia oculta. 3ª Ed., São Paulo, 2009.