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SUPER NOVIDADE: VEM AÍ O NA MEDIDA!

na medida
A partir de semana que vem a Nutricionista Karina Carvalho integrará a Equipe de Colunistas do Jornal Comunic Notícias. Toda semana estarei escrevendo, na coluna chamada #NaMedida, sobre os mais variados temas ao redor da nutrição e sua relação com a estética, beleza, saúde, esporte, plantas medicinais, entre outros temas. Não deixem de acompanhar o jornal, a equipe é formada pelos mais renomados colunistas da região, entre eles: Fábio Soares, Paula Duarte , Angélica Leal, Franciele Aleixo, Uaiara Araújo, Taí Braz e muitos outros.

Não percam a minha estréia como colunista na próxima semana e não deixem de enviarem os seus comentários na coluna do jornal, para que possamos melhorar a cada dia mais, em busca de informações importantes, atuais e com o compromisso com a verdade.

Conheçam um pouco mais sobre o jornal no link abaixo:
http://comunicnoticias.com/

BOLO DE CENOURA SEM GLÚTEN E SEM LACTOSE

11223529_1011423245536930_3483951475023903679_nTem coisa melhor nesse friozinho que um bolinho de cenoura quentinho? Se você possui restrição à lactose e ao glúten, essa receita é ideal para você!

:: INGREDIENTES:
3 xícaras de farinha de arroz ou de mistura para bolos sem glúten, (ode misturar as duas se quiser)
2 xícaras de açúcar
1 xícara de óleo
3 ovos
3 cenouras médias
1 pitada de sal
1 colher de sopa de fermento em pó

>> Cobertura:
2 colheres de sopa de chocolate em pó (usei o 50% cacau da nestlé) pode ser qualquer um sem glúten e sem lactose
2 colheres de sopa de açúcar.
1 colher de sopa de margarina (becel azul pois não tem leite)
2 colheres de sopa de água ou leite sem lactose

:: MODO DE PREPARO
>Bolo:
Bata no liquidificador o açúcar, o óleo, os ovos e as cenouras picadas ou raladas.
Coloque a farinha de arroz ou mistura para bolos sem glúten e sem lactose em uma vasilha com a pitada de sal.
Jogue o creme que foi batido no liquidificador por cima da farinha e misture com uma colher até que a massa fique homogênea, por último misturar o fermento.
Coloque a mistura em uma forma média retangular ou de furo no meio, untada com óleo e polvilhada com um pouco da farinha usada na receita.
Levar ao forno preaquecido a 180ºC por mais ou menos 30 minutos ou até que esteja assado, furando a massa com um garfo ou palito e saia limpo.

> Cobertura:
Misturar os ingredientes e levar ao fogo até que fique cremoso.

Deixe esfriar uns 5 minutos e depois jogar por cima do bolo ainda quente.
Cortar e servir quente ou frio.

:: Informações Adicionais
A quantidade dos ingredientes da cobertura podem variar a gosto de cada um.

APRENDA FAZER: Desodorante Natural Caseiro – Sem Alumínio

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Quem é meu paciente sabe que um dos exames solicitados é a dosagem de alumínio sérico. Está sendo muito comum, na nossa região Sul Fluminense, intoxicação por metal pesado (principalmente alumínio), seja por trabalhar em indústria de metalúrgia ou morar nas proximidades dela (como por exemplo a CSN), seja pelo uso de panelas de alumínio ou pelo uso de desodorantes e perfumes, alimentos industrializados e os vegetais e frutas contaminados (agrotóxicos).

>> Efeitos Tóxicos, sintomas e Sinais da Intoxicação por Alumínio:
anemia, fator de risco para doença de Alzheimer, neurotoxidade aguda, encefalopatia crônica, osteomalácia, doença óssea adinâmica

>> Fase aguda de alumínio:
agitação, confusão mental, mioclonia, convulsão, coma e até a morte, distúrbio da fala, apraxia (dificuldade de executar movimentos precisos), alucinações auditivas e visuais, dores ósseas, fraqueza muscular, Hipercalcemia (acúmulo de cálcio em regiões do corpo como articulações, artérias.) e hiperfosfatemia (aumento do fosfato)

>> A intoxicação crônica por alumínio:
Provoca doenças como constipação intestinal, anorexia, cefaléia, ataxia (falta de coordenação nos movimentos) perda da memória, distúrbios de aprendizado, hiperatividade, convulsão, demência pré-senil, padrão de fala alterados, doenças hepáticas e renais. Um estudo feito em 2008 pelos americanos mostrou aumento 60% do risco de desenvolver Doença de Alzheimer a longo prazo.

>> RECEITA DE DESODORANTE NATURAL CASEIRO
1/2 xícara de leite de magnésio
1/4 xícara de água
1 colher de chá de óleo essencial da sua escolha (eu adoro variar entre lavanda, alecrim, rosas e sândalo)

Misture todos os ingrediente num recipiente de vidro/spray, chacoalhando bem até ficar homogêneo.

>> Evite contaminantes:
. Panela de alumínio troque por panela de aço inox
. Frutas ácidas (aumentam a concentração do metal presente no organismo)
. Latas em geral, principalmente de refrigerantes
. Cigarros
. Medicações anti-ácidas
. Papel alumínio substituir por papel antiaderente
. Creme para pele, maquiagem e shampoo contém sais de alumínio, utilizar cremes e maquiagem sem sais de alumínio de prefenrência de produtos naturais ou orgânicos, as marcas vendidas na Beleza Orgânica (site: http://belezaorganica.com/loja) são de matéria-prima natural
. Desodorantes contendo sais de alumínio, utilizar desodorante sem sais de alumínio como os das marcas L’Occitani e Bioderme ou Bicarbonato de sódio e água: Misture a metade de uma colher de chá de bicarbonato de sódio com um pouco de água e aplicar na área das axilas. O bicarbonato de sódio pode neutralizar as bactérias que causam odor. Uma aplicação pode durar até 24 horas.
. Farinha branca de trigo
. Tubo de pasta de dentes de alumínio utilize os de plástico
. Água gaseificada contém alumínio no processo industrial de gaseificação
. Água de distribuição pública é tratada com alumínio. Portanto, utilizar filtro que retém as partículas de metais pesados. Existe um modelo da Lorenzetti Giovialle que exerce a filtragem de partículas de metais pesados.

SÍNDROME FÚNGICA: VOCÊ PODE SER VÍTIMA DESSE MAL E NÃO SABER

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Vários problemas estão associados a síndrome fúngica, entre eles estão: Hiperatividade e Distúrbio de concentração, Depressão bipolar, Depressão, Ansiedade, Fibromialgia, Fadiga crônica, Enxaqueca, Tireoidite de Hashimoto, Psoriase, Artrite reumatóide, Distúrbio gastrointestinal, Micoses, Infecções Urinárias, Compulsividade, Alergias, Imunodepressão, Assadura, Sapinho, Aftas, Irritabilidade, Letargia, Cistite Intersticial, necessidade de comer doce, Acnes, Dermatite seborréica, Candidiase vaginal de repetição, Rosácea, Edema, Sangue nas fezes, Queda de cabelo, Colite, Bronquite, Boca ou garganta seca, Urgência urinária, Hipoglicemia, Nervosismo e os sintomas não param por aí, vão muito além destes já citados.

Uma síndrome oculta e silenciosa! É assim que os estudiosos se referem ao conjunto de sintomas crônicos persistentes, muitas vezes fatais, que a multiplicação exacerbada desses microorganismos, associados ao tipo e quantidade de compostos tóxicos que produzem, pode causar a todos os sistemas do nosso organismo. Microorganismos mais antigos que a raça humana, desenvolveram recursos de sobrevivência tão complexos que ainda não nos permitem conhecer todas as suas ações quando em estágio de virulência, sendo muitas vezes tão complexo identificar os sintomas e associá-los ao problema.

Diferentes das bactérias, os fungos são do mesmo ramo biológico dos humanos, portanto, possuem as características celulares semelhantes as nossas células o que torna o tratamento por drogas sempre agressivo e pouco eficiente.

Mais importante que matar os fungos, naturais da nossa microbiota, é manter o controle e equilíbrio da mesma. Nosso comportamento alimentar e as condições ambientais atuais são ameaças reais ao nosso organismo. O surgimento desta epidemia, assim como diversas outras, reflete a nosso desequilíbrio nutricional com uma consequente diminuição da capacidade imunológica, fruto da sobrecarga de consumo de produtos alimentícios com substâncias que devem ser repelidas e, a carência de uma alimentação nutritiva que forneça todos os nutrientes necessários para um bom funcionamento físico, mental e emocional.

Conhecer os fatores que predispõe a esta síndrome e, entender a sua relação com
os sintomas apresentados e o nosso comportamento alimentar vão nos permitir atuar nas verdadeiras causas do seu desenvolvimento, através de uma terapia mais eficiente e integrada.

Fatores alimentares, ambientais e comportamentais que predispõem ao desenvolvimento fúngico: Alimentação pobre em nutrientes; Alto consumo de açúcar e carboidratos refinados; Consumo regular de bolores e leveduras; Baixo consumo de legumes, frutas e verduras, Jejum prolongado e dietas restritivas; Estresse emocional e mental; Exposição a produtos químicos; Intervenções cirúrgicas e procedimentos invasivos; Diagnóstico tardio; Amálgamas e prótese dentária; Higiene íntima inadequada, Roupas sintéticas pouco ventiladas; Antiácidos, antibióticos, corticoesteróides, anticoncepcionais hormonais e laxantes, entre outros.

Se você apresenta estes sintomas, procure um profissional para lhe ajudar a identificar este problema e começar precocemente o seu tratamento! Maiores dúvidas e esclarecimentos, entre em contato. Eu posso lhe ajudar a tratar esta causa!

Fonte: Carreiro, Denise M.; Vasconcelos, Luana; Ayoub, Maria E.. Síndrome Fúngica – Uma epidemia oculta. 3ª Ed., São Paulo, 2009.